Artigo

A função social da propriedade no século XXI: instrumentos contratuais como ferramentas potencializadoras

A função social da propriedade no século XXI: instrumentos contratuais como ferramentas potencializadoras

“No contexto do mercado imobiliário, tem merecido atenção a tokenização envolvendo direitos relativos a imóveis, que pode servir a diversas relações jurídicas, como a promessa de compra e venda, a incorporação imobiliária, a multipropriedade e a locação de imóveis, trazendo maior acessibilidade à propriedade de imóveis e reduzindo os custos de captação para obras ao diluir os custos entre investidores…

Dilemas da era digital: a quem pertencem os arquivos armazenados em nuvem

Dilemas da era digital: a quem pertencem os arquivos armazenados em nuvem

O artigo aborda os direitos dos usuários de armazenamento em nuvem. Ele discute a falta de transparência dos provedores de armazenamento em nuvem sobre o que acontece com os dados dos usuários. Os usuários têm o direito de saber o que está sendo feito com seus dados. Em alguns casos, os usuários perderam o acesso às suas contas e dados de armazenamento em nuvem sem aviso.

Os limites para a manifestação de vontade em meio eletrônico: o exemplo dos testamentos

Os limites para a manifestação de vontade em meio eletrônico: o exemplo dos testamentos

Este artigo é sobre os limites da manifestação de vontade em meio eletrônico, utilizando como exemplo os testamentos eletrônicos. Ele discute a flexibilização das formalidades tradicionais para os testamentos públicos em tempos de pandemia, mas alerta para os riscos da utilização de testamentos particulares eletrônicos. Em sua conclusão, a autora defende a necessidade de um maior debate sobre o tema, com ênfase na segurança jurídica e na autonomia da vontade do testador.

Função Social das Propriedades Urbanas e Rurais no Direito Privado: o percurso da concretização de um conceito vago

Função Social das Propriedades Urbanas e Rurais no Direito Privado: o percurso da concretização de um conceito vago

Os trabalhos aqui publicados foram avaliados pelo Conselho Editorial do CONSINTER – Conselho Internacional de Estudos Contemporâneos em Pós-Graduação, formado somente por doutores, adotando-se o sistema double blind view (dupla avaliação às cegas), preservando-se o anonimato dos autores e origem dos artigos, com total imparcialidade e autonomia do Conselho, circunstâncias estas que à luz da alta qualificação acadêmica dos Conselheiros avaliadores, atestam a excelência dos textos que ora apresentamos, com orgulho, aos estudiosos do Direito.

Previdência privada: a boa-fé objetiva e a função social como filtro nos contratos relacionais

Previdência privada: a boa-fé objetiva e a função social como filtro nos contratos relacionais

O artigo analisa os contratos de previdência privada sob a ótica da teoria geral do direito contratual, considerando o papel do Estado na regulamentação dessa modalidade de serviço privado com relevância pública. O foco principal está na proteção dos contratantes, especialmente em um contexto de reforma da previdência social e crise do Estado de bem-estar social.